terça-feira, 26 de julho de 2011

Cirurgia bariátrica em obesos ainda é a melhor opção para redução do peso

No Brasil, a cada ano multiplica-se o número de pessoas submetidas à cirurgia de redução de estômago, que são motivadas pelo combate ao excesso de peso. Para essas pessoas, que passam anos e até décadas lutando contra a obesidade mórbida, a cirurgia bariátrica pode ser o tratamento que revela os melhores resultados, entre os diversos remédios e dietas que já foram testados.                                                       
De acordo com a classe médica, o paciente que se submete à cirurgia bariátrica pode perder até 60% do seu peso corporal. No entanto, ela não é uma cirurgia com fim estético. É indicada apenas para a obesidade e para o combate aos distúrbios associados a ela, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e de circulação.
Segundo o cirurgião bariátrico Henrique Macambira, do Centro Integrado de Tratamento de Obesidade – CITO, uma equipe multidisciplinar, composta por cirurgiões bariátricos, gastroenterologistas, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros profissionais, é responsável pelo “preparo” da cirurgia. O sucesso do procedimento é divido em três fases de enorme importância: o pré-operatório, a cirurgia e o pós-operatório, pois a cirurgia bariátrica pede uma reeducação comportamental e alimentar que deverá ser seguida para obter bons resultados.

Os cuidados no pré-operatório são fundamentais. No mínimo por dois meses, os pacientes devem passar por exames físicos, consultas com especialistas e até análises psicológicas, com participação em grupos de apoio. “É muito importante que a pessoa entenda os riscos do procedimento e que aceite que a sua vida vai mudar depois da cirurgia”, explica Henrique Macambira.
Ainda assim, os médicos apontam que os benefícios da cirurgia são bem maiores do que os eventuais problemas. Com a adaptação ao novo corpo, os pacientes perceberão algumas dificuldades, como a deficiência nutricional, a perda de cálcio e outras complicações.
Por isso, as consultas devem ser mantidas. O auxílio de um psicólogo no tratamento também é muito importante. As modificações na alimentação e as grandes transformações no estilo de vida do paciente merecem atenção especial. Embora problemas como a depressão raramente sejam causados pela cirurgia em si, a operação pode ampliar sintomas de condições já existentes.
A cada ano, de acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde, 300 mil pessoas morrem devido a complicações causadas pela obesidade. Os especialistas alertam que mesmo com os bons resultados que temos, não são todos os obesos que podem passar pela cirurgia. É necessário estar dentro de certos parâmetros de índice de massa corporal para se submeter ao procedimento.
SERVIÇO:
Centro Integrado do Tratamento da Obesidade – CITO
Rua João Lobo Filho 250, Bairro de Fátima
(85) 3257.9600

Por Maab Salgado

quinta-feira, 21 de julho de 2011

REFLUXO: Problema comum que traz graves desconfortos


Mais comum do que se imagina, o Refluxo pode atingir tanto adultos quanto crianças recém nascidas. Originado por causas variadas o problema tem tratamento.



Ele é popularmente conhecido por azia, queimação e dor no estômago. Contudo, também pode ter outros sintomas como: pigarro crônico, tosse e uma constante sensação de entalo. O refluxo causa sérios desconfortos e afeta tanto pessoas adultas quanto crianças recém nascidas.

O refluxo está ligado ao estilo de vida moderna, stress, má alimentação e até mesmo as condições anatômicas do aparelho digestivo. Hábitos alimentares também podem influenciar, por exemplo, (café, chocolate, gordura etc), obesidade, uso abusivo de bebidas alcoólicas e cigarro estão relacionados ao problema. Nos bebês, o refluxo normalmente é causado pela imaturidade dos esfíncteres do esôfago, o que costuma se resolver após um ano de idade.

O refluxo pode ser gastroesofágico (RGE) ou laringofaríngeo (RLF). Segundo a médica gastroenterologista, Carolina Nóbrega: “o refluxo gastroesofágico (RGE) acontece quando o conteúdo ácido do estômago sobe pelo esôfago ao invés de seguir seu caminho natural para o duodeno”. Ela explica que o caminho normalmente começa na boca, passa pela faringe em direção ao esôfago, seguindo para o estômago. Uma válvula muscular na extremidade inferior do esôfago é responsável por permitir a entrada de alimentos no estômago e impedir que o conteúdo do estômago, formado pelos alimentos e por secreção ácida, retorne para o esôfago.

A médica conta que “quando o ácido do estômago entra em contato com a mucosa do esôfago ou da garganta, causa uma irritação importante, semelhante a uma queimadura, pois estas superfícies não estão preparadas para isto. Por isto um dos sintomas mais comuns do RGE é a queimação, também chamada de pirose”.

O tratamento do refluxo é normalmente realizado pelo gastroenterologista, médico responsável pelos cuidados das doenças digestivas. Entretanto, o ouvido, nariz e a garganta freqüentemente sofrem as conseqüências destas condições, levando a rouquidão, pigarro crônico, estenose laríngea, dificuldades de deglutição, dor de garganta e de ouvido, sinusites etc. Por isso, é imprescindível um tratamento multidisciplinar entre o gastro e otorrinolaringologista. Este será capaz de estabelecer uma relação causa/efeito entre o distúrbio digestivo e as conseqüências respiratórias, tratando-as adequadamente.

O médico otorrinolaringologista Erik Haguette, explica que durante os episódios de refluxo, a secreção ácida pode passar por todo o esôfago, saindo dele e chegando à garganta ou até mesmo ao nariz. Damos a esta condição o nome de refluxo laringofaríngeo (RLF).

Ele conta que: “os sintomas do RLF são irritação, queimação, pigarro e tosse, normalmente piores pela manhã, já que o refluxo costuma ser mais intenso à noite. Nas crianças o RLF pode trazer problemas respiratórios mais variados como ruído respiratório, bronquite, apnéia e déficit de crescimento, além de tosse e rouquidão”.

Por isso, caso esses sintomas persistam por mais de 15 dias é necessário a procura de um auxílio médico. Já que com o passar do tempo a tendência é o agravamento dos desconfortos e o não tratamento ao longo dos anos pode acarretar em um câncer.

SERVIÇO:
OTOS PLASTICLINIC
End: Rua Carolina Sucupira, 1151. Dionisio Torres.
Tel.: 3457.8288

Vanessa Darj
Jornalista – MTB 2020 CE

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Design de Sobrancelhas e Micropigmentação

Sobrancelhas alinhadas e harmoniosas: o desejo de toda mulher que preza pela autoestima e boa aparência


Assim como o cabelo é a moldura do rosto, as sobrancelhas são a moldura dos olhos. Elas devem sempre ser bem feitas, afinal, são fundamentais para realçar o olhar e deixar rosto mais harmonioso.

Atualmente, o procedimento mais completo para deixar as sobrancelhas perfeitas é o design de sobrancelhas. O profissional designer mede milimetricamente o espaço entre elas e as curvaturas, além de retirar os pelos com a pinça onde for realmente necessário,  para valorizar ainda mais o olhar. Ele traça um modelo adequado para cada tipo de rosto, seguindo as medidas e o modelo ideal de acordo com a vontade do cliente.

Para quem tem falhas na sobrancelha, é essencial utilizar a henna, uma espécie de tintura que aplicada na extensão dos pelos, promove a ilusão de continuidade e proporciona um preenchimento da sobrancelha como se não houvesse falha. A manutenção deve ser realizada de 15 em 15 dias.

A moldagem da sobrancelha não é um trabalho tão simples como se imagina e deve ser feita de maneira adequada por um profissional realmente qualificado, com higiene e segurança.

A Clínica Varela Estética e Beleza tem profissionais especializados neste procedimento. A designer Evelma Monteiro, apresenta as novas tendências nos modelos de sobrancelhas. “Até pouco tempo as mulheres preferiam aquela sobrancelha fininha sempre impecável. Hoje, a moda é estar mais próximo do natural. Quem tem sobrancelha grossa, deve tirar o excesso e aplicar rímel transparente para deixar os pelos no lugar. Para as que precisam de preenchimento, aplicamos a henna”.

Micropigmentação

Com o passar do tempo, as sobrancelhas podem apresentar falhas e ficar bem mais ralas. Para devolver a simetria, a micropigmentação, pode ser uma boa alternativa. A técnica corrige imperfeições de forma milimétrica, fio a fio. Com um aparelho em forma de caneta, que faz pequenos furinhos na pele, o desenho dos fios é reproduzido de forma natural, como se fosse uma maquiagem normal, feita a lápis. "O resultado é ótimo. O desenho fica muito natural", garante a micropigmentadora Rosângela Biaggio.

O passo a passo deste processo é simples: primeiramente é necessário fazer o desenho da sobrancelha, no formato mais adequado para cada tipo de rosto.  Em seguida, uma pomada anestésica é aplicada e após 40 minutos a sobrancelha começa a ser pigmentada. O segredo do efeito natural da técnica é não utilizar tintas pretas que, com o passar do tempo, podem ficar azuladas ou esverdeadas. O tratamento leva em torno de 2h30 e deve ser refeito a cada dois anos.

Maquiagem Definitiva
Delineamento de olhos e lábios


Além de deixar as sobrancelhas impecáveis, a micropigmentação é uma ótima aliada de quem deseja realçar o olhar e aumentar ou diminuir lábios. O contorno dos olhos proporciona um efeito super natural. É como se a pessoa tivesse acabado de se maquiar. Ao dormir ou acordar, a expressão do olhar está ali, impecável.
Já nos lábios o efeito também é bastante natural. São simples toques que refazem o contorno labial e deixam a impressão de boca sempre marcada e sensual.
Vale a pela conferir estes resultados!


Matéria disponível no Caderno Viva do Diário do Nordeste.

SERVIÇO

Varela Estética e Beleza
Rua Osvaldo Cruz 1660 – Aldeota
(85) 3224-0783
www.varelaesteticaebeleza.com.br

Por Vanessa Darj

terça-feira, 12 de julho de 2011

Cirurgia Bariátrica: Uma opção para obesos com diabetes tipo 2

Hoje nós vamos mostrar para você quais são os perigos do diabetes tipo 2 em obesos. Saiba também como a cirurgia bariátrica pode ajudar no tratamento!
                       
Doces, bolos, salgados. Guloseimas difíceis de resistir. Mas por trás dessas tentações com que nos deparamos todos os dias, existem grandes perigos para nossa saúde, como o risco de desenvolver obesidade.
O excesso de peso é uma doença perigosa que pode levar a muitas outras, como câncer, arteriosclerose, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), hipertensão arterial e diabetes.   
Segundo o cirurgião bariátrico do Centro Integrado de Tratamento da Obesidade (CITO), Henrique Macambira, o excesso de peso e o sedentarismo têm relação direta com o surgimento do diabetes tipo 2. A incidência da doença é maior após os 40 anos. Estima-se que 60% a 90% dos portadores sejam obesos.
Visão embaçada, dificuldade na cicatrização de feridas, formigamento nos pés, furunculose e infecções são os principais sintomas trazidos pelo diabetes. A doença potencializa outros fatores de risco cardiovascular, como a hipertensão e alterações de colesterol e triglicérides. “No diabetes tipo 2 ocorre uma contínua produção de insulina pelo pâncreas na tentativa de manter o glicose dentro do nível normal, que leva o pâncreas a exaustão após anos de doença. As células musculares e adiposas têm incapacidade de absorção, e não conseguem metabolizar a glicose suficiente da corrente sanguínea”, explica Henrique.
A obesidade deve ser sempre prevenida e cuidada. Emagrecer é fundamental no sucesso do tratamento do diabetes. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, pacientes com diabetes tipo 2 e Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 e 35, devem se submeter à cirurgia bariátrica caso não respondam ao tratamento medicamentoso para a doença.
Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM) mostram que cerca de 10% dos pacientes diabéticos morrem todos os anos, por doenças cardiovasculares. Esse índice cai para 0,3% entre aqueles que passam pela operação no estômago. “Esses dados comprovam a eficiência da cirurgia bariátrica no tratamento de pacientes obesos com diabetes tipo 2”, afirma o cirurgião.
De acordo com a Federação, pacientes obesos com diabetes tipo 2 conseguem ter melhoras substanciais nos níveis de glicose quando fazem a cirurgia. “Por conta desses benefícios houve a necessidade de antecipar esse procedimento, incluindo a operação no protocolo primário do tratamento, o que significa que esta seria uma das primeiras opções dos médicos para tratar o diabetes tipo 2 em obesos. Pessoas com excesso de peso, mas sem problemas de saúde, podem fazer a cirurgia a partir do IMC de 40. Já para os obesos e diabéticos, já é aceito a partir de IMC de 30”, esclarece o cirurgião.
Segundo Henrique Macambira, os efeitos da cirurgia bariátrica no tratamento do diabetes foram observados desde o início da sua utilização. “Inicialmente, pensávamos que esses efeitos se dessem pela grande perda de peso que ocorre após o procedimento cirúrgico. Mas a observação do pós-operatório dos pacientes diabéticos submetidos à cirurgia bariátrica revelou que a normalização da glicemia ocorria muito antes da perda de peso, ou seja, nos primeiros dias após a cirurgia”, salienta o médico.
Também consta no documento apresentado pela Federação Internacional de Diabetes, que a cirurgia para obesos mórbidos e com o diabetes tipo 2 deve ser realizada dentro dos protocolos internacionais. Isso inclui tratamento multidisciplinar, exames clínicos, reeducação alimentar e acompanhamento pós-operatório. Todo esse processo é oferecido pelo CITO, que conta com a experiência e qualificação dos seus profissionais.  
A cirurgia bariátrica (metabólica) pode ser realizada de varias maneiras. Na técnica do bypass gástrico é feita a diminuição do estômago e construído uma nova passagem para os alimentos evitando que eles passem pela primeira parte do intestino delgado e logo alcancem uma área deste intestino que produz hormônios que ajudam a regular a taxa de açúcar o sangue. Esta cirurgia é a mais realizada no mundo e uma das mais seguras. “Salientamos que a cirurgia é uma arma poderosa para que o paciente consiga ficar livre da medicação na maioria dos casos, mas o mesmo deve continuar seu processo de melhora do estilo de vida e acompanhamento com o seu médico endocrinologista”, explica Henrique.
Já a segunda técnica é a cirurgia disabsortiva, em que o estômago fica com 2/3 do seu tamanho original. O que acontece nesse caso, é que o alimento é desviado para o intestino grosso, dando ao paciente mais liberdade para comer em maior quantidade. O paciente submetido à cirurgia deverá ter uma dieta equilibrada e ser acompanhado de perto por profissionais, para garantir o sucesso do tratamento em longo prazo.


SERVIÇO:
Centro Integrado do Tratamento da Obesidade – CITO
Rua João Lobo Filho 250, Bairro de Fátima
(85) 3257.9600


Por Maab Salgado 




terça-feira, 5 de julho de 2011

Má respiração atrapalha desenvolvimento infantil

As crianças são as que mais sofrem com desequilíbrio na função respiratória. A respiração oral ou bucal pode trazer diversos problemas, que vão desde o baixo rendimento escolar até alterações posturais. 



Uma das funções vitais ao nosso organismo é a respiração. Uma boa qualidade respiratória é fundamental para o desenvolvimento do indivíduo. Entretanto, desequilíbrios são mais recorrentes do que se imagina. Principalmente em crianças. No Brasil, por exemplo, pesquisas apontam que 40% das crianças respiram pela boca, o que muitos especialistas chamam de “Síndrome do Respirador Bucal”. 

Ao longo do tempo, o hábito de respirar pela boca causa na criança flacidez dos músculos faciais, lábios e língua; deformidades faciais; insuficiência respiratória; má oclusão dentária; cansaço freqüente; boca seca; mau hálito; falta de apetite e noites mal dormidas. Os sinais e sintomas mais comuns da Síndrome do Respirador Bucal são as narinas entupidas, desconforto na garganta e voz anasalada.

Segundo o otorrino Magno Peixoto, quem respira de forma incorreta também tem uma postura caracterizada por ombros caídos, pés chatos, joelhos projetados para trás e uma retificação da região cervical (cabeça, ombros e braços deslocados para frente).

Entre as crianças, a queda no rendimento escolar é praticamente inevitável. Isso acontece devido à dificuldade na concentração que normalmente apresentam. De acordo com o otorrino, "estudos apontam uma menor oxigenação cerebral quando se respira pela boca, o que prejudica o aprendizado".

Os problemas obstrutivos das vias aéreas superiores mais comuns decorrem de hipertrofia (aumento) das tonsilas faríngeas (adenóide), hipertrofia das conchas nasais (cartuchos); desvios do septo nasal ou hipertrofia das tonsilas palatinas (amígdalas). As tonsilas e as conchas nasais geralmente sofrem hipertrofia devido a fatores inflamatórios, sejam alérgicos ou infecciosos (rinites, sinusites, faringites, tonsilites).

A fonoaudióloga Denise Klein revela que um dos fatores que causam estes problemas nas crianças é o uso por tempo prolongado de bicos artificiais, a exemplo de mamadeiras e chupetas, além da poluição nas grandes cidades por meio de agentes poluentes, como fumaças de carros, poeira e agentes químicos.

“Todos estes fatores fazem com que os tecidos de proteção da respiração, como adenóides, amigdalas, cornetos nasais aumentem de tamanho. Mas esse aumento acarreta uma maior dificuldade em se respirar pelo nariz, e como conseqüência a criança começa a abrir a boca para conseguir respirar”, explica a médica.

A dica para tratar a Síndrome do Respirador Oral é: logo que desconfiar do constante “congestionamento” do nariz da criança, procurar imediatamente orientação médica.  O diagnóstico é feito através da avaliação clínica seguida de um exame chamado nasofibroscopia. Esse é um exame moderno que avalia todo o trato respiratório superior sendo realizado em adultos e crianças de qualquer idade. O tratamento pode ser medicamentoso ou cirúrgico, a depender do fator que provoca a respiração bucal.  

Depois de corrigida a causa da respiração bucal, pode ser necessária o tratamento fonoaudiológico, para reabilitar as funções orais, ou odontológicas para corrigir as alterações ortodônticas. Daí a importância da avaliação interdisciplinar dos pacientes respiradores orais. Segundo o otorrino “quando o paciente é avaliado e tratado por uma equipe multidisciplinar podemos otimizar seu tratamento reduzindo o seu tempo e, assim, as seqüelas da respiração bucal”afirma.

Em Fortaleza, a OTOS Plasticlinic conta com uma excelente estrutura funcional e diversos médicos em variadas especialidades para atender esses problemas. Além das consultas a clínica tem um Pronto Atendimento que funciona diariamente.


OTOS PLASTICLINIC
Rua Carolina Sucupira, 1151. Dionisio Torres.
85 3457.8288


Por Vanessa Darj